Ar Líquido 3

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Mostrando postagens com marcador António Maria Lisboa. Mostrar todas as postagens
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29 janeiro, 2015

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Poema  para  o Mário Cesariny Moveu-se o automóvel - mas não devia mover-se não devia! Ontem à meia-noite três relógios distin...
27 janeiro, 2015

António Maria Lisboa

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Acento Vem dos montes friíssimos da Noruega onde te sonhei para beberes estrelas e caminhar a custo entre as cascatas onde a te...
17 janeiro, 2015

António Maria Lisboa

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Abrir-se a janela para entrarem estrelas   abrir-se a luz para entrarem olhos   abrir-se o tecto para cair um garfo no centro da sala   ...
01 junho, 2011

a tua figura era ao que me lembro da cor do jardim.*

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ct 11 * António Maria Lisboa,   Ossóptico
28 janeiro, 2007

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As formas, as sombras, a luz que descobre a noite e um pequeno pássaro e depois longo tempo eu te perdi de vista meus dois braços são es...
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Cristina Tavares
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