CT, Novas Colagens (Papillon), novembro 2017 |
Papillon, espera pela sétima onda.
Essa ilha é um veneno
rodeado de inferno por todos os lados.
Ouvi falar de borboletas
que migram
na pegada do Sol.
Batem do Canadá ao México
pequenas asas.
No caminho morrem três ou quatro vezes
Mas esqueçamos por momentos que
a borboleta que parte não é a mesma que chega:
o que o mistério nos conta é que
uma borboleta é capaz
de atravessar um continente.
André Tecedeiro
2 comentários:
Obrigado pela partilha do poema, Cristina :)
A colagem é lindíssima!
A colagem acabou por ganhar o nome do teu poema, a ele pertence. :)
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