Léopold Senghor
A minha Negritude não é sono da raça mas sol da alma, minha negritude visão e vida
A minha Negritude é ferramenta na mão, é lança em punho
Bastão de comando. Não é questão de beber, de comer o instante que passa
Tanto pior se me comovo com as rosas de Cabo Verde!
A minha missão é acordar o meu povo para futuros brilhantes
A minha alegria é criar imagens para o alimentar, oh luzes ritmadas da Palavra!
trad. Cristina Tavares/José Mota Pinto de Sá
2 comentários:
Obrigada por lembrar Léopold Senghor!
Obrigada eu, pelo acompanhamento.
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